sábado, 11 de fevereiro de 2017

OS PAIS E AS DIFICULDADES COTIDIANAS DE SE EDUCAR OS FILHOS / Mediante as dificuldades cotidianas de se educar os filhos, vê-se a necessidade de agir com maior rigor, utilizando-se de um planejamento a ser compreendido e discutido entre todos aqueles que convivem com as crianças./ ALGUNS PONTOS-CHAVE NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO. /Faz-se necessária a lembrança de que a educação infantil deve acontecer em casa, e que à escola compete a formação acadêmica, acrescida de alguns valores.

OS PAIS E AS DIFICULDADES COTIDIANAS
DE SE EDUCAR OS FILHOS

Mediante as dificuldades cotidianas de se educar os filhos, vê-se a necessidade de agir com maior rigor, utilizando-se de um planejamento a ser compreendido e discutido entre todos aqueles que convivem com as crianças.
É importante criar um método que ajude no processo educacional dos filhos. Não obstante, agir organizadamente traz mais harmonia para dentro dos lares, além de gerar a gostosa sensação de se estar cumprindo a vital missão: educar o ser humano para uma vida mais plena.
Faz-se necessária a lembrança de que a educação infantil deve acontecer em casa, e que à escola compete a formação acadêmica, acrescida de alguns valores. Portanto, é um casamento de forças educacionais e não um jogo de empurra-empurra, no qual a criança deixa de ser educada e de quebra sente-se um transtorno.
 A educação leva tempo, não ocorre da noite para o dia. Ela é um processo. Não somos máquinas programáveis, somos gente, que necessita de desenvolvimento e maturidade para tornar a vida melhor.
Os últimos tempos têm dado amostras de resultados desastrosos de uma educação com baixos limites em sua estrutura, além da bola-de-neve dos relacionamentos ruins que são desenvolvidos, parte como consequência deste equívoco.
DESTACAM-SE ALGUNS PONTOS-CHAVE NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO.
ELES DETERMINAM O GRAU DE ÊXITO EM CADA CASO. SÃO O SACRIFÍCIO, ACORDO, OBJETIVOS, CONHECIMENTO, PACIÊNCIA, FIRMEZA E PERSEVERANÇA. ACRESCENTE OUTROS ITENS QUE DESEJAR E MELHORE AINDA MAIS ESTE ENCONTRO DE BOA VONTADE NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS.
1. SACRIFÍCIO: A tarefa da Educação requer sacrifícios como o da paciência, perseverança e firmeza. Tudo tem um preço na vida. Compreender o resultado do sacrifício ajuda a tornar o custo mais leve. Há tempos as pessoas evitam os sacrifícios, cujo termo significa: privação de coisa apreciada.
2. ACORDO: Todos os cuidadores precisam conhecer e estar de acordo, e agir em parceria. Assim, a força estará concentrada na união e na aprovação sobre a forma de se educar, em comum acordo. A criança percebe o conjunto coerente.
3. OBJETIVOS: Estas tarefas de Educação visam a educar a criança e, consequentemente, trazem mais harmonia para o lar. Todos devem ter conhecimento acerca do que se pretende com a educação.
4. CONHECIMENTO: A criança, a partir de 2 anos de idade aproximadamente, testará e contestará os pais, utilizando-se da famosa birra (choro, esperneação, etc) como instrumento para esta finalidade "Quem não chora, não mama".
5. PACIÊNCIA: Sem a paciência desistimos de nossos projetos, com ela, nos alimentamos diariamente, dando forças para a firmeza.
6. FIRMEZA: Manter a prática firme da educação e criar o seu hábito levam a consistência e a segurança da criança. Lembre-se que o tempo gera o hábito. O hábito gera economia.
7. PERSEVERANÇA: No dia.a.dia é que se constrói a educação, portanto, a sua manutenção persistente é fundamental. A constância permite um resultado bem melhor.
VALE LEMBRAR A QUESTÃO HUMANA PRESENTE NA VIDA FAMILIAR: o quanto se está envolvido com os filhos e as influências causadas nos pais em virtude de seus comportamentos. Ou seja, tolera-se ou não certos comportamentos infantis de acordo com algumas experiências passadas dos pais, tais como o choro, as dificuldades, etc. Os pais podem estar "cegos" mediante certos comportamentos dos filhos.
A história de vida é singular. Cada um tem a sua, inclusive a criança. Misturar as estações só dificultará o processo educacional, e de convivência. Não é tarefa fácil, todavia vale a pena.

OUTRA QUESTÃO É O SENTIMENTO DE CULPA  COMUM NOS PAIS, em virtude do pouco tempo que passam juntos com os seus filhos, pelo baixo ânimo e paciência que oferecem após um dia de exaustivo trabalho, além do acúmulo de noites mal dormidas, etc. No entanto, a culpa apenas dificulta a educação, diminuindo as chances de se praticar o que é necessário. Os pais acabam invertendo as prioridades, dão o que não deve, a exemplo dos presentes.
 Não compre os filhos com coisas, compartilhe educação.
ALGUMAS REGRAS COLABORAM NO PROCESSO DA EDUCAÇÃO INFANTIL:
·         Estar disposto a certos sacrifícios.
·         Manter comunicação constante. As conversas fazem parte da educação.
·         Não atender as birras, mas aos pedidos.
·         Expor à criança que só será atendida se pedir em tom de voz normal.
·         Evite usar os personagens de televisão para amedrontar ou punir os filhos, faz mais sentido alegar que são os pais ou cuidadores que estão educando.
·         Não voltar atrás.
·         Oferecer algum tempo diário para se dedicar aos filhos, carinho, brincadeiras, etc.
·         Evite a contradição entre o que é dito pelos pais. A criança se sente confusa e dividida.
·         Os pais são o modelo a ser seguido. Pense que tipo de modelo é o seu.
·         Não acredite que o tempo, por si só, dará jeito na situação. Não haveria sentido em existir a educação.

O PEDIDO DE SOCORRO EMITIDO PELOS PAIS É COMPREENSÍVEL, PORÉM, A CRIANÇA TAMBÉM GRITA POR AJUDA.
 A birra é uma forma de saciar os prazeres infantis, entretanto, quando atendida, ela agrada e ao mesmo tempo gera um mal estar na criança, que precisa de educação. Quando nos sentimos sem apoio (limites), a angústia é a sensação que expressa tais circunstâncias.
O sacrifício de manter a educação é a luta diária que cabe aos pais, e que tem como recompensa a boa formação. Sacrifício requer uma cota de entrega.
 Em Efésios 5:2  temos: "e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave".
Pense profundamente sobre a entrega que deseja empreender.
O método que persiste é aliviado pelo tempo.
A criança aprende e cria os seus mecanismos próprios. Creia nela e em suas possibilidades de educação.

Autora: Armando Correa de Siqueira Neto

FONTE:

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

QUATRO DICAS ESSENCIAIS PARA GERIR CONFLITOS EM SALA DE AULA / Muitos desses conflitos são gerados porque alunos e, muitas vezes, os professores não sabem lidar com as emoções no auge do conflito. Desta forma, o que seria simplesmente resolvido de maneira pacífica passa a ser um entrave na relação aluno professor. DIANTE DISSO, O QUE PODE SER FEITO? COMO TER DOMÍNIO DO QUE SAI DO CONTROLE?

QUATRO DICAS ESSENCIAIS PARA GERIR CONFLITOS EM SALA DE AULA 
 Gisele Vitório
Conflitos em sala de aula são cada vez mais comuns e em inúmeras situações as reações são as mais surpreendentes possíveis, pois vão desde o silêncio, passando pelas lágrimas de medo durante os conflitos até a explosão de raiva que parte para a agressão física.

Muitos desses conflitos são gerados porque alunos e, muitas vezes, os professores não sabem lidar com as emoções no auge do conflito.
Desta forma, o que seria simplesmente resolvido de maneira pacífica passa a ser um entrave na relação aluno professor.
DIANTE DISSO, O QUE PODE SER FEITO? COMO TER DOMÍNIO DO QUE SAI DO CONTROLE?

Alguns caminhos são eficientes para gerir um conflito em sala de aula e a maioria deles começa antes mesmo do conflito. Veja abaixo algumas dicas:

1.    OBSERVE: Enquanto educadora, percebo que um conflito não começa quando as emoções negativas se tornam visíveis a todos, portanto, é importante estar atento às anormalidades em sala de aula.
Sempre foi possível verificar que os alunos tem um comportamento padrão, portanto, quando algo atípico acontecia na sala, era perceptível. Um aluno que interage bastante, por exemplo, se está quieto é por que tem algo de anormal em seu comportamento comum e por isso precisa ser melhor observado.

2.    DESENVOLVA A EMPATIA: Devemos sempre considerar que o aluno tem problemas, como qualquer outro indivíduo e por isso merece todo o respeito. Entender isso é o começo de uma relação mais eficiente entre as partes.
Ter um olhar sobre os problemas e não sobre o aluno como “Aluno-Problema” auxilia no relacionamento entre as partes.
Um bom exemplo disso é que se um estudante está tendo dificuldades para dormir em casa devido a problemas familiares, acabará irritado no dia seguinte e poderá ser mais agressivo em sala de aula. O caminho é a comunicação. Um bom professor sempre vai escutar seu aluno, procurando ter empatia pela situação dele.

3.    FAÇA DO PROBLEMA UM APRENDIZADO: Um bom caminho é fazer do problema do aluno uma situação contextualizada no aprendizado.
Se um professor de Geografia consegue trabalhar os problemas urbanos em sala de aula de maneira a contextualizar a situação do aluno que convive em uma comunidade de difícil acesso ele está mostrando ao estudante que o conhecimento prévio adquirido durante sua vida é importante para a formação escolar.
 O aluno terá maiores possibilidades de verificar resolução para seu problema, bem como entenderá o respeito que o professor tem por ele.

4.    SEJA POSITIVO E MANTENHA A CALMA: A última dica é sempre manter-se positivo, mesmo nas situações mais críticas.
Quase todo professor passa por um desgaste muito grande até porque são muitos os desafios enfrentados diariamente, mas ser positivo e encarar com mais leveza o cotidiano escolar tornam o ambiente mais agradável.
O único sorriso que seu aluno tem, muitas vezes é o seu, Professor!
Procure sorrir e tenha a certeza de que o retorno do seu sorriso, mesmo se tratando do aluno mais complicado, será sempre um sorriso.


fonte:

http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=2823

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